Brenda Chapman deixa a Pixar Studios

Notícias em geral, Valente


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Após cerca de oito anos de trabalho na casa de Luxo. Jr., a diretora e artista de história Brenda Chapman se demitiu da Pixar Animation Studios. Caso lhe falhe a memória, foi ela a primeira diretora de “Valente”, o novo longa de animação do estúdio lançado neste ano.

Aliás, “Valente” parece ter sido um dos principais motivos pelo qual a cineasta deixou a Pixar. Responsável direta pela criação do filme, Chapman baseou-se em suas experiências pessoais com a filha para elaborar a história de Merida e sua mãe – o que certamente proporcionou uma maior afeição da artista em relação ao longa-metragem.

 

 

Entretanto, segundo as línguas, embora tivesse aprovado o projeto, a alta cúpula da Pixar ficou um tanto insatisfeita com a história mais sombria e intricada que Chapman estava desenvolvendo, e foram estas “diferenças criativas” que acabaram retirando a cineasta da supervisão de “Valente” (antigo “O Arco e o Urso”) para Mark Andrews assumir o posto de diretor. Além disso, de acordo com outros rumores, a versão original de Chapman continha um design artístico mais escuro e congelante que acabou sendo modificado por Andrews devido a um pedido de uma agência de turismo da Escócia.

Em síntese, apesar da essência da história continuar sendo a mesma elaborada por Chapman, esta teria se retirado do estúdio por defender a sua visão artística afinal – lembrando que são apenas rumores, embora existam grandes chances de tudo isto ter um fundo de verdade. Ela agora está empregada na LucasFilm Animation e pretende escrever novos livros no futuro.

 

Brenda Chapman  na época de produção de “A Bela e a Fera”

 

Além de “Valente”, Brenda Chapman já trabalhou em animações clássicas da Disney como “A Pequena Sereia”, “O Rei Leão” e “O Corcunda de Notre-Dame”, e também foi diretora de “O Príncipe do Egito” da DreamWorks. Em seu currículo igualmente constam trabalhos em “Uma Cilada para Roger Rabbit”, “A Fuga das Galinhas”, “O Caminho Para El Dorado” dentre muitos outros.

Fonte: TAG Blog

 

Por Luís Fernando

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18 Comments

  1. silvia (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    qual o nome deste desenho em ingles? nome original?

     
  2. Beto (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Um grande talento que deixou o ego falar mais alto, segundo as más línguas.

     
    • BelotoCabral (Reply) on quarta-feira 15, 2012

      Ah cara, mas é que era um projeto pessoal dela também… Sempre quando um estúdio mexe em um projeto cujo cineasta está bastante afeiçoado, acaba dando esse tipo de problema…

       
  3. Fábio Costa (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Não tem muito haver com a Brenda Chapman o que eu vou falar, diz mais respeito a o filme em si.

    [SPOILERS]

    Há algumas semanas li na Veja uma reportagem que não gostei muito. Tratava do filme Valente, a reportagem chamava bastante atenção para os cabelos de Merida “é a mais perfeita tradução visual de uma personagem já alcançada por um desenho animado” sinceramente os cabelos da Aurora ou da Cinderela sem toda perfeição e vida própria – tantas vezes citadas – me agradam muito mais.
    Eu de fato não queria ir assistir ao filme, mas afinal como falar mal, muito mal, de algo que não conheço? Então na sexta passada, dia 10, fui ao cinema. Quando entrei na sala o que mais me intrigou foi que não havia mais ninguém na sala, e continuou assim até o fim do filme. Eu gostei de não ter mais ninguém lá, na minha cabeça doida eu pensei: “Tomara que ninguém assista a esse filme, ai quem sabe demitam o John Lasseter”, mas eu sabia que o filme vinha tendo uma boa arrecadação, mas continuei torcendo. Eu torço para os filmes em animação tradicional voltarem, que pelo andar da carruagem esta cada vez mais difícil, então posso achar possível demitirem o John Lasseter porque tinha uma sala de cinema com uma só pessoa. São duas utopias.
    Voltando dos meus devaneios. Eu não sabia do que exatamente se tratava o filme, só sabia o que os trailers diziam. Fiquei sem saber a trama do filme até a rainha se transformar em urso, naquele instante eu pensei que já havia visto aquilo antes. Em seguida me lembrei de que foi em Irmão Urso.
    Dai em diante não aconteceu nada de realmente importante. A não ser a Merida mostrando ser superinteligente ao levar a mãe para dentro do castelo em vez de ir só buscar um tapete. E é claro que a mãe dela é vista e perseguida pelo pai e os outros lideres tolos dos clãs com seus, mais tolos, filhos. Todos se encontram numa espécie de Stonehenge e quando o rei ia matar o Irmão Urso, quer dizer, a mãe urso, chega o Burdu (não sei se é essa a escrita) que é um urso enorme que sofreu o mesmo feitiço da mãe urso, mas não conseguiu reverte-lo. Ele ataca todos e é uma confusão até que uma pedra cai sobre ele e o mata.
    Então é só felicidade, os homens param de atacar a mãe urso, sabe-se lá porque, e Merida fica abraçada com a mãe urso ate que ela volta à forma humana.
    Por sinal foi uma transformação muito sem graça. A mãe urso esta sob um tapete, abraçada com Merida e ocupa certo formato de tapete e de repente quando vira gente ocupa o mesmo formato, talvez alguns tenham gostado e achado bem feita e original, certamente não viram a Fera se transformando em príncipe.
    Com relação à Merida acho que ela não tem nada de Princesa Disney, de princesa ela só tem o fato de ser filha do rei. Na verdade Merida é uma mulher que gosta de coisas de homem, andar de cavalo, atirar em tudo, não ter namorado e umas coisinhas mais (na minha terra esse tipo de mulher tem nome e não é princesa) inclusive na reportagem que eu li talvez houvesse um pequeno destaque para isso talvez não, depende de quem lê “Que noivo que nada, resiste a princesa: ela não esta pronta para casar, e talvez nunca esteja”.
    A matéria que li tecia alguns elogios à Pixar, John Lasseter e – claro – ao filme. Nunca gosto de ouvir ou ver alguém falando bem desse homem, que a cada filme que faz só me faz aumentar a certeza de que não devia estar na chefia dos estúdios Disney. Para quem gostou do filme, ótimo, John Lasseter ainda fara outros como Valente, para quem não gostou pega aquele DVD da Branca de Neve ou da Bela Adormecida e veja o que é uma princesa.

     
    • Sabrina (Reply) on quarta-feira 15, 2012

      Pode parecer grosseiro este comentário, mas pelo que li do seu texto, você foi ver Valente esperando mais um clássico Disney. Sendo que o filme é da Pixar, e é obvio que com isso Merida não seria uma princesa como as outras da linhagem Disney, e nem ela e nem o filme foram criados para isso. Então comparar esse filme aos outros dessa linhagem (e assim criticá-lo com base nessa comparação) é meio inútil, não acha?

       
    • J&@n (Reply) on quarta-feira 15, 2012

      Eu acho que você está exagerando um pouco ao citar que só havia você na sessão de Valente, deveria haver no mínimo pais acompanhado seus filhos, ou será que eles levaram as crianças para ver o novo filme do Batman, ou talvez o filme nacional E aí, comeu? Não adianta querer comparar uma animação da Pixar com Clássicos da Disney (eu gosto dos dois gêneros, mas em relação a atualidade eu prefiro Pixar). Não sei se algum dia a Pixar vai fazer uma animação de maneira tradicional ao invés de em CGI, mas a Disney faz da maneira que ela quiser! Na verdade eu acho que a Disney está lucrando mais relançando seus clássicos em Blu-ray e DVD em novas edições e em 3D nos cinemas, e não está se dedicando muito à produção de novas animações! RESPEITO SUA OPINIÃO, mas só queria que você entendesse OUTROS PONTOS DE VISTA, independente de concordar ou não! Valeu!

       
    • ÉvelinLorrane (Reply) on quarta-feira 15, 2012

      Francamente, em alguns pontos eu concordo com você (o urso foi plágio), mas você deve ser um cara extremamente machista.Eu sou uma garota de 15 anos e não sinto a mínima vontade de ser como a branca de neve ou como a bela adormecida.Não vejo personalidade nelas.A branca de neve doce e meiga, mas extremamente inútil! Ela é daquele tipo que espera que venha um principe e realize seu desejo de morar num castelo e ser feliz para sempre, mas isso é fora da realidade, nenhum pai ou mãe espera que sua filha viva num mundo de fantasias cantando e dançando achando que virá passarinhos e esquilos ajudá- la fazer seja lá o que for.A Merida não, ela luta pelo o que ela quer e não espera nenhum príncipe para realizar seus desejos,ala ama arco e flecha, e se seria bom se toda menina tivesse seu esporte favorito e praticasse ele(só assim pro Brasil não passar vergonha nas olimpíadas) em vez de sonhar com o impossível.
      Branca de neve,Cinderela e coisas do tipo (exceto mulan e Bela adormecida que para a salvação geral mantém alguma personalidade) só atraem ilusões,as meninas e alguns meninos vão crescer em um mundo irreal, quando as mesmas forem adolscentes vão pensar que qualquer garoto de escola bonito é seu principe encantado, resultado: vão acabar se frustrando (e algumas até engravidando).A mídia influencia muito a mente de alguém principalmente as mentes infantis, então quanto mais "Pé no chão" for o desenho melhor a criança crescerá mentamente (não que ela dependa de prgramas infantis para crescer mentalmente) e menos se frustrará com a realidade.ADORO O CABELO DA MERIDA!!!!!

       
      • Fábio Costa (Reply) on quarta-feira 15, 2012

        É uma forma de pensar. Eu acho que você não gosta muito do meu comentário porque você talvez não seja muito chegada a contos de fada. Acho que uma das vantagens da animação é que só por meio dela você pode fazer e ver coisas que não existem e não são passiveis de repetição no mundo real (pelo menos era assim), como cantar com os passarinhos. Eu discordo do se ponto de vista porque a Merida não é uma garota como você, não é seculo XXI. Do mesmo jeito que seria meio louco um filme vivido nos dias atuais como uma pessoa se comportando como a branca de neve. Apesar de que em encantada é assim, mas ela não é daquele tempo…Pode parecer uma besteira – talvez seja – mas as vezes ja pensei que se a animação chegar perto demais da realidade perde a graça, não só no sentido da história, mas também da imagem dos personagens. Qual seria a graça se os personagens de animação fossem tão parecidos com as pessoas de carne e osso? Penso que todo desenhista sem procura fazer o personagem bastante real, mas e se ele conseguisse sera que valeria a pena? Acho que seria uma grande porcaria. Não passariam de efeitos especiais. E com relação às crianças não acho que vão ficar doidas procurando o príncipe encantado – pelo menos não por muito tempo – da mesma forma que não vão querer jogar um feitiço na própria mãe.
        Mas teve só uma coisa que eu não entendi no seu comentário que foi quando você falou que a Aurora (Bela Adormecida) é uma exceção, porque? E eu ainda acho que o cabelo da Aurora é insuperável. HeHe

         
        • J&@n (Reply) on quarta-feira 15, 2012

          P.S: Que bom que você lembrou do cabelo! Você deve ter entendido mal essa reportagem, na parte onde ela cita “é a mais perfeita tradução visual de uma personagem já alcançada por um desenho animado”, se trata da técnica usada para produzir esse cabelo e como o resultado foi surpreendente visualmente! Também não acho que o cabelo da Merida é o mais bonito das personagens Dinsey, mas tecnicamente é o melhor! E CONCORDO com você em relação à fazerem personagens e a própria animação muito próximos da realidade não ter graça – mas a Pixar não faz isso – (por isso a Pixar faz seus personagens mais "cartoonizados")!

           
        • ÉvelinLorrane (Reply) on quarta-feira 15, 2012

          [SPOILERS]

          É verdade o cabelo dela é bem bonito se fosse real seria loiro e ondulado nas pontas(detalhe:eu quis dizer naquela frase Bela do filme a Bela e a fera e não a Bela Adormecida, eu confundi!Mulan e a bela e a fera são os únicos clássicos das princesas que eu aplaudo em pé, mas o meu preferido entre todos os clássicos é o Rei Leão).Eu só declarei o meu ponto de vista, e você está de parabéns por defender com unhas e dentes (Ops!)palavras escritas os clássicos da Disney,cada um com suas preferências.E sem dúvida eu não transformaria minha mãe num urso, mas chega uma fase na vida de cada um, que, dependendo do modo de agir dos pais, os filhos procuram soluções extremas (no caso da merida foi procurar a feiticeira achando que ela iria resolver seus problemas familiares com a mãe)pelas quais seus pais, junto com ele, sofrerão as consequências.

           
    • Marília (Reply) on quarta-feira 15, 2012

      desculpe, mas acho extremamente contraditório o fato de vc se mostrar machista e gostar de branca de neve, cria jeito de homem rpz…

       
  4. Fabio (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Oi Sabrina, na verdade, eu so vejo uma forma de comparar algo novo, que é comparando-a com o que a de melhor, no caso os filmes da disney de outra linhagem. Nao se pode nivelar os filmes atuais por baixo. Nao é porque – talvez – a animacao mudou que grandes classicos deixaram de ser grande classicos. O que realmente me move contra esse filme nao é os problemas que eu vi nele, o que me faz critica-lo é que existe coisa muito melhor sendo deixada de lado por conta desse tipo de filme. Existem grandes artistas que podiam estar animando personagens e criando historias maravilhosas, mas nao estao. Nao estao porque alguem cismou que nao vale a pena fazer filmes em animacao tradicional. Por mim a pixar pode fazer esses filmes chatos com esse bocado de personagem borrachudo . Eu so queria que em contra partida a Disney valorizasse e desse mais chances para o que a tornou essa empresa tao grande. Eu acho que ja era suficiente para tal separar quem comanda os filmes da pixar de quem comanda os da disney. O John Lasseter sempre vai privilegiar o que o tornou famoso que foram os filmes CGI e o seu pessoal. Quem sai perdendo, alem de nos, sao os antigos funcionarios da disney que sao quase sempre esquecidos ou menospresados. Eu penso assim, respeito as suas e as demais opnioes. Ah e a sala estava mesmo vazia. Antes de ir assistir valente, assisti Batman e na so finha eu e outras 6 pessoas. Acho que no dia tinha pouca gente no shopping. Hehe

     
  5. Fábio Costa (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Oi Sabrina, na verdade, eu só vejo uma forma de comparar algo novo, que é comparando-a com o que a de melhor, no caso os filmes da Disney de outra linhagem. Não se pode nivelar os filmes atuais por baixo. Não é porque – talvez – a animação mudou que grandes clássicos deixaram de ser grandes clássicos. O que realmente me move contra esse filme não é os problemas que eu vi nele, o que me faz critica-lo é que existe coisa muito melhor sendo deixada de lado por conta desse tipo de filme. Existem grandes artistas que podiam estar animando personagens e criando historias maravilhosas, mas não estão. Não estão porque alguém cismou que não vale a pena fazer filmes em animação tradicional. Por mim a Pixar pode fazer esses filmes chatos com esse bocado de personagem borrachudo. Eu só queria que em contra partida a Disney valorizasse e dessas mais chances para o que a tornou essa empresa tão grande. Eu acho que já era suficiente para tal separar quem comanda os filmes da Pixar de quem comanda os da Disney. O John Lasseter sempre vai privilegiar o que o tornou famoso que foram os filmes CGI e o seu pessoal. Quem sai perdendo, além de nos, são os antigos funcionários da Disney que são quase sempre esquecidos ou menosprezados. Eu penso assim, respeito as suas e as demais opiniões. Ah e a sala estava mesmo vazia. Antes de ir assistir valente, assisti Batman e na só tinha eu e outras seis pessoas. Acho que no dia tinha pouca gente no shopping.

     
    • Sabrina (Reply) on quarta-feira 15, 2012

      Sim, mas quando eu disse que este filme era diferente, eu não me referia ao tipo de animação, e sim ao roteiro, a premissa e a essência. Analisando Valente pela história, não consigo ver aquele "quê" de Disney nele.

      Em relação a desvalorização de profissionais, eu concordo totalmente com você. Primeiro porque a animação tradicional enche muito os nossos olhos, pelo simples fato de você saber que tudo aquilo foi feito a mão. E um profissional que usa este tipo de tecnica merece ser incrivelmente valorizado.

       
  6. Fábio Costa (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Luis Junior,
    Você realmente está certo em tudo ou no minimo boa parte do que disse.

     
  7. ÉvelinLorrane (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Quando é que vamos ter a crítica de fã para fâ?

     
  8. Diego B. (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Brave desde o inicio teve suas dificuldades E mudanças, principalmente na direçao. O roteiro eh fraquissimo e vc se sente assistindo a um remake de Irmao Urso + Shrek… O visual – como sempre – eh espetacular, o q nao garante a salvaçao do filme. Nunca achei q poderia atribuir tal palavra a um filme da DISNEY, mas ele chega a ser vulgar! Concordo tbm q o estudio deve começar a dar mais valor aos seus grandes e antigos artistas, q aos poucos estao todos indo embora. =/

     
  9. J&@n (Reply) on quarta-feira 15, 2012

    Concordo que se fosse a Brenda (mais experiente e que já trabalhou em boas animações) a dirigir Valente, o filme teria sido melhor, mas, para mim pelo menos, não é uma animação decepcionante! TAMBÉM gosto muito de animações tradicionais, mas tenho que admitir que as últimas animações tradicionais da Disney foram as piores desde a Branca de Neve e os Sete Anões (a primeira), não foram ruins, mas foram realmente inferiores aos grandes clássicos como Mulan, Hércules, Tarzan e A Bela e a Fera. Na minha opinião os "tempos de glória" da Disney foram entre 1937 à 1942 e 1950 à 1999, de 2000 para cá suas animações não têm a mesma essência (tanto tradicionais quanto em CGI), só melhorou um pouco em a A Princesa e o Sapo!
    ADMIRO MUITO OS CLÁSSICOS DISNEY, mas atualmente PIXAR É MELHOR (e é obvio que o estúdio que criou esse formato CGI e é o pioneiro nisso deve investir nisso, a Disney que deve investir em produzir animações tradicionais de qualidade de novo) – só para deixar claro, nada contra John Lasseter, pois ele está totalmente certo em investir naquilo que ele faz melhor! Deve continuar comandando a Pixar, mas se quiserem substitui-lo na Disney Animation, boa sorte Disney.

     

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